terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Que enormidade...

Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti (diz o ditado) e eu fiz (que anormal que fui). Nesta vida por vezes temos momentos de menos lucidez e eu tive o meu, pisei o risco e ultrapassei-o para aí uns 300 Km, excedi-me, ultrapassei todos os limites do razoável e do sensato, fiz o que não devia e agora vou pagar (e justamente) pelo que fiz. Parece que a vida é sempre justa connosco e lá estou a ter o castigo que mereço. Nunca me pensei capaz de uma enormidade destas, de uma falta de... tudo, mas afinal onde é que ficaram os meus limites do razoável???
Bom, a ENORMIDADE está feita e agora é esperar que tudo seja possível reparar (a esperança é sempre a última a morrer), agora é marterizar-me pelo que fiz e esperar que a vida além de justa também seja misericordiosa comigo.

Um comentário:

Divinius disse...

A luz que te deixo é da cor da minha vida...)