terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A beleza da incondicionalidade...

Pois é, é bom e libertador ser, estar ou sentir de maneira incondicional, é bom sentir sem esperar, é bom sentir sem medos, é bom ser espontâneo e não ter medo de o ser.
Sentir ou estar de maneira incondicional faz-nos bem, faz com que consigamos viver as coisas a 100%, sem stresses, sem preocupações. Esta maneira de estar na vida faz-nos sentir mais leves, faz-nos conseguir colocar todo o sentimento que temos naquilo que estamos a viver.
É bonito ser um amante incondicional, é bonito ter uma amizade incondicional, é bonito fazer e não esperar (isto é que é a incondicionalidade). Vale a pena ser assim, vale a pena ser incondicional porque só assim é que podemos aproveitar a beleza que a vida tem para nos dar, só assim é que conseguiremos ser completamente felizes, só assim é que seremos completamente livres.

sábado, 6 de dezembro de 2008

O segredo...

Será que isto faz algum sentido??? Parece-me que sim que aquilo até tem algo lógico, isto é, claro que quanto mais optimistas formos mais facilmente conseguiremos coisas boas, talvez porque lutamos por elas com mais afinco. Claro que o pessimismo leva mais facilmente à resignação, faz-nos baixar os braços com mais facilidade.
Estamos cá e à partida não temos razões para não ser felizes e por não lutar por essa mesma felicidade.
Afinal de contas, nascemos para ser e fazer os outros felizes, para amar e SER AMADOS (tem ligação), para aproveitar ao máximo o tempo de qualidade que temos.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

As diferenças...

As de sentir, as de agir, as de fazer, as de ser. Pois é, vamo-nos apercebendo que há grandes diferenças e sentir as situações, há grandes diferenças de agir perante as situações, há grandes diferenças de fazer e de ser perante a vida. As diferentes pessoas encaram as situações, as relações, as contradições de maneira diferente, talvez porque por vezes sentem diferente, talvez porque por vezes a intensidade de sentir, de viver, de ser é completamente diferente. Parece-me que não vale a pena tentar perceber estas coisas, porque quanto mais tentamos menos conseguimos, parece-me que mais vale iver sem sequer tentar peceber o porquê das coisas.

sábado, 22 de novembro de 2008

A incerteza desta vida...

Pois é, andamos aqui e de um momento para o outro pode-nos acontecer aquilo que todos tememos.Temos de saber aproveitar os bons momentos que aqui temos porque nunca sabemos quando é que eles podem acabar. Temos de saber mostrar aos outros aquilo que sentimos enquanto ainda sentimos, ou enquanto eles ainda nos podem ou querem ouvir.
Por vezes temos medo (receio), de mostrar aquilo que sentimos e quando nos apercebemos pode já ser tarde demais. Temos de não ter medo, de não ter constrangimento, temos de mostrar aquilo que somos, aquilo que sentimos, aquilo que queremos para evitar que algum dia nos venhamos a arrepender de nunca ter dito, feito ou mostrado algo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O PODER DA MENTE...

Às vezes parece que tudo o que aprendemos na vida foi apagado por um pensamento que nos assola o tempo todo, parece que viver e aprender nem sempre é real, parece que, em alguins momentos, nem sequer valia a pena ter aprendido (vivido), parece que tudo foi esquecido.
Um pensamento pode alterar o nosso pensamento de uma maneira tal que nos faz ver o incrível poder da mente, a incrível capacidade de comando que a nossa mente tem sobre o nosso corpo.

sábado, 15 de novembro de 2008

A Paixão...

Mas afinal o que é isso paixão. Existe ou afinal é apenas uma ilusão? Existe, é bem real e faz-nos sentir com uma intensidade como nenhum outro sentimento. Parece-me que é um sentimento que nos faz sentir vivos como nunca, que nos faz acreditar no impossível, que nos faz cometer loucuras, que nos faz ser genuínos e sem preconceitos e sem medos. É TÃO BOM ESTAR APAIXONADO!!!!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A felicidade é um momento...

... que pode ser de apenas 1 minuto ou de 90 anos. Depende de nós fazer que esse minuto se transforme numa vida. Na vida, tudo depende de nós, a maneira como a encaramos é a diferença entre poder ser feliz e estar destinada a nunca lá chegar. Há pessoas que estão destinadas a chegar lá porque fazem por isso, porque lutam por isso, porque encaram a vida de uma maneira positiva e sempre optimista (falo por mim), há aqueles que nunca lá chegaram, porque não querem, porque não têm força de vontade, porque são fracos demais para lutar por isso (conheço alguns assim).
Este momento em que a nossa vida se pode transformar faz-nos levantar todos os dias com esse objectivo, faz-nos acordar e pensar que vale muita a pena lutar para ultrapassar as dificuldades, faz-nos pensar que afinal a nossa felicidade é aquilo que nós queremos que seja, é aquilo pelo que nós lutamos, é aquilo que nós queremos que seja.

sábado, 8 de novembro de 2008

Afinal...

... parece que está a ser muito pior que seria imaginável, parece que está a ser mais difícil do que previsível seria. Tão pouco e e no entanto tanto. Afinal não há mesmo hipótese nenhuma de controlarmos o nosso corpo por inteiro.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Tocar instrumentos...

Pois é, por vezes são tantos que não é possível tocá-los ao mesmo tempo, pois é, por vezes algum é menos bem tocado ou não é mesmo tocado. Temos de aprender que nem sempre tudo é possível e que não sempre conseguimos fazer tudo o que pretendemos, ou então temos de aceitar que não tinhamos vontade suficiente para ser capazes de tocar bem, não fizemos o esforço suficiente para tocar sem problemas como era possível que fizessemos.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

MEDO 2

O medo é um sentimento que nos assola a todos, pois é afinal de contas ter medo é humano. Existem é medos que nos preocupam e medos que não são suficientemente importantes.
Parece-me que o medo de não controlar os nossos sentimentos é algo que nos pode aterrorizar, porque nunca se sabe quando esses sentimentos são bem aceites ou não. Ter medo de gostar, ter medo de não gostar, ter medo de ir mutio mais além do que devia, ter medo de ser natural e poder ser mal interpretado, de não ser natural e não viver, ter medo de...
Temos ou podemos ter medo de muita coisa mas uma coisa que nunca devemos ter medo é da felicidade.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O MEDO...

Medo!!!

Mas o que quer isto dizer afinal? Porque o sentimos? Porque é que existe ou porque é que nós fazemos que ele exista?
Andei à procura do seu significado e obtive isto:
"O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. O medo pode provocar reacções físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc.
Medo é uma reacção obtida a partir do contacto com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reacção inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que liberta hormonas de stress (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir." Eu acrescentaria que o medo leva o organismo a despoltar maquinismos de defesa, o que nao as deixa viver e sentir a vida na sua plenitude. Ter medo de algo é mau, mas pior é ter medo de sentir algo, é ter medo de fazer algo, é ter medo de ser, é ter medo de viver, é ter medo de tentar ser feliz.~
NÃO HÁ PIOR COISA DO QUE TER MEDO DE TENTAR SER FELIZ!!!

sábado, 1 de novembro de 2008

Voltei...

Pois é, já lá vão alguns meses que eu não venho aqui escrever e até já estava com saudades. Agora, em principio, já não volto a parar (vamos ver)...

domingo, 15 de junho de 2008

As mensagens...

Já lá vai, quase, um mês que eu por aqui não aparecia. Mas afinal de contas acabamos sempre por ter vontade de escrever um pouco mesmo que seja para nada dizer (é o caso). Hoje não, não vou falar de nenhum tema, não vou exprimir nada de especial, não vim blogar para deixar mensagens aninguém apenas vim pq me apeteceu.

sábado, 17 de maio de 2008

Surpresas...

Já aqui disse uma vez, esta vida está-nos sempre a surpreender com acontecimentos inesperados e bons (por vezes). Quando menos esperamos é que as coisas nos acontecem, quando menos esperamos é que temos uma oportunidade para ser (ainda) mais felizes. Isto sim é o belo da vida, a constante incerteza em vivemos. Mas é uma incerteza agradável, porque de um momento para o outro, (lá está) o acontecimento que não esperávamos mesmo aparece para nos fazer (ainda) mais felizes.
É claro que nesta vida como tudo é efémero e tudo passa rápido nós temos de ser prontos a reagir e a agarrar a oportunidade que a vida nos dá, porque esta não voltará outra vez, é como um comboio (a vida) sem fim, só passa uma vez em cada estação, portanto se não o apanharmos nunca mais o faremos.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Ser reles, vulgar e baixo...

Há quem o consiga e com distinção e aparentemente sem grande esforço.
Pena desses que o são!
Feliz por não ser e triste por ter sido por uma vez vulgar, mas erros todos cometemos. Sê-los é deprimente e vexatório, é triste e por isso tenho pena das pessoas que assim são. Ser reles e vulgar ainda pode ser desculpável (não deixa de ser triste) porque há quem não saiba mais do que isso, agora baixo só o é quem quer e por maldade. Ser baixo é fraco, é cobarde, é deprimente, mais uma vez tenho pena das pessoa que gostam de o ser.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Quem manda afinal???

Pois é, quem manda afinal na nossa vida? É o nosso coração ou a nossa cabeça? Às vezes as pessoas fazem tudo para que a cabeça tenha razão na nossa vida, para que a cabeça tome a liderança (e conseguem, a minha não claro!!!). É tão saudável que o coração nos comande a nossa vida, é tão saudável ser livre de ideias pré estabelecidas, é tão saudável ser ...A razão condiciona-nos tanto a felicidade e quem prefere que ela lhe comande a vida acaba sempre por não conseguir ser plenamente feliz!!!
Afinal de contas ser feliz é ser livre!!!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Estar e ficar com...

A diferença é abismal, é a diferença entre querer o infinito e querer o imediato, entre querer o futuro e querer o presente.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Ainda...

Mais uma vez li na net e achei piada (que limitação andar sempre a citar o que os outros escrevem):


Ainda

Não digamos "não", nem "nunca mais"...
não digamos "sempre" ou "jamais"...
digamos, simplesmente: "ainda"!...
Ainda nos veremos um dia...
Ainda nos encontraremos na estrada da vida...
Ainda encontraremos a pousada,
o afecto almejado, a guarida...
Ainda haverá tempo de amar,
sem medo, totalmente... infinitamente...
sem ter medo de pedir, de implorar,
ou chorar...
Ainda haverá tempo,
para ser feliz novamente...
Ainda haverá tristeza,
ainda haverá saudade,
ainda haverá primavera,
o sonho, a quimera...
Ainda haverá alegria,
apesar das cicatrizes...
Ainda haverá esperança,
porque a vida ainda é criança...
e amanhã será outro dia!...

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Imprevistos previsíveis...

A vida tem destas coisas. A vida por vezes prega-nos partidas que não estamos à espera, faz-nos dar a volta para chegarmos a um sitio que é mesmo ali ao lado. Isto é a vida e por isso mesmo é que ela é bela e por isso mesmo é que vale muita a pena viver.

terça-feira, 15 de abril de 2008

A distância...

TREZE (será que isto dá azar? - LOL) dias depois de aqui ter escrito pela última vez, aqui estou eu mais uma vez para pensar e sentir e a expressar isso em escrita.
A distância...

o que é isso da distância? É relativa, depende da nossa percepção, depende da nossa vontade, depende da nossa ansiedade, depende de tudo o que nos rodeia e que nos faz sentir, pensar, agir e reagir. Mas porquê? 300 Km em Portugal é muito porque atravessa o pais, já na Rússia é uma distância tão curta por ser apenas uma pequeníssima parte do país. Para um casal de apaixonados 30 km é tão distante, já para dois inimigos é uma distância curta demais. É a teoria da relatividade, pois tudo é relativo nesta vida e a distância também o é e de que maneira. Por vezes uma distância de uma porta pode ser tão grande que até se pode tornar violento, por exemplo quando temos uma porta que nos separa de algo ou alguém que nós queremos tanto, mas que no entanto não nos quer, quando temos uma porta que nos separa de alguém que tanto queremos, mas que não devemos... Isto e tantas outras coisas tornam a distância tão relativa.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Aqui estou novamente...

Afinal de contas ontem foi dia 1 de abril.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Acabou...

Hoje decidi acabar com mais este blog.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Aquele arrepio (2)...

Pois é, hoje mais uma vez tive (não me parece que esteja assim tanto frio). Quando não esperamos algo que nos toca profundamente sentimo-lo (o arrepio, claro)!
A vida parece que é cíclica e que às vezes estamos a viver situações semelhantes, mas normalmente isso acontece com muito tempo de distância (vários anos, normalmente não apenas um).
A vida é mesmo engraçada e há apenas um ano estava eu a viver exactamente a mesma situação (Curioso!!!).

domingo, 16 de março de 2008

A Idade...

Realmente é mesmo belo quando as pessoas conseguem chegar uma idade avançada mas com imensa qualidade de vida (O meu pai chegou - 80 anos). É realmente belo quando os amigos de uma vida se juntam para celebrar essa data, é realmente maravilhoso ter a sorte de ter essa felicidade de viver esses momentos inesquecíveis.
Realmente não percebo porque é que as pessoas arranjam desculpas para ser infelizes, afinal de contas a vida é tão bela e é tão cheia de momentos maravilhosos como estes, para quê perder tempo a ser infeliz se quando menos se espera a felicidade toca-nos à porta. 80 anos são tantos mas ao mesmo tempo tão poucos para os desperdiçar com infelicidades e com desculpas para não ser feliz.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Aquele arrepio...

Às vezes temos, quando acontece algo emocionante e inesperado, quando vemos alguém que nos diz muito, quando sabemos notícias inesperadas ou quando abrimos o mail!!!

terça-feira, 11 de março de 2008

O tempo...

Porque a falta de tempo não nos deixa tempo para fazermos aquilo que mais nos apetece, porque a falta de tempo afasta-nos daquilo que queremos próximo, porque a falta de tempo nos faz adiar. A falta de tempo por vezes condiciona-nos e de que maneira, queremos ir lá ter com... não vamos, queremos ir sair com... não vamos, queremos dar uma escapadinha, não damos, queremos... não temos.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Há erros imperdoáveis...

Realmente há lapsos que não deviam existir, há lapsos que devíamos conseguir evitar. Mas há lapsos que, mesmo não parecendo, o são mesmo. Normalmente cometemos os erros muito por culpa do que nos ocupa a cabeça o tempo todo.

domingo, 9 de março de 2008

Não é assim que vamos lá...

100000 em Lisboa e depois, 100000 a reclamar, 100000 a dar força aos sindicatos, 100000 para dar importância à mer... de sindicatos que temos. Façam alguma coisa de jeito, estamos em cima das avaliações, mostrem a força que podemos ter (não, não é assim que lá vamos-nesta ou noutras lutas). Eu nem sequer concordo com todos os protesto, mas de qualquer maneira não é assim que lá vamos. Isto não custou nada. Lutar pelos direitos sim, mas só quando não nos custa nada? (é assim que as coisas funcionam - para a maior parte pelo menos - vê-se pela adesão às greves). Quero é ver lutas que valham a pena, que funcionem, que prejudiquem, que façam parar o país, que façam os poderes pensarem que nós podemos - ASSIM SÓ NÃO VAMOS MESMO LÁ.

sexta-feira, 7 de março de 2008

O silêncio...

O silêncio por vezes pode ser de ouro, mas outras é assassino.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Isto dos objectivos tem que se lhe diga...

Pois é, tem mesmo. Nem sempre conseguimos o que traçamos como objectivo, mas por vezes por muito pouco não chegamos lá. Mas isto das metas traçadas também é muito relativo, às vezes basta um ligeiro deslize para que o objectivo não seja cumprido. Claro que às vezes mesmo não o cumprindo ficamos lá tão perto que até (quase) ficamos satisfeitos com o resultado obtido (ou semi satisfeitos.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Mas afinal...

... a vida é ou não bela, está-nos sempre a pregar partidas agradáveis ou não (às vezes também desagradáveis)? Pois parece que sim, parece que é mesmo bela e as sucessivas experiências vão-nos demonstrando isso. Por vezes também nos vão mostrando que temos de lutar para conseguir o que queremos (uns mais do que outros - lolololol).
Há aquelas pessoas que nasceram com rabo virado para a lua (como se costuma dizer-e há umas que nasceram mesmo-lolololol), há aquelas pessoas que independentemente do esforço que façam tudo lhes sai mal, pelo contrário há aquelas que parece que têm que se esforçar para as coisas lhes saírem mal. Estas últimas muitas vezes isso também se deve à maneira positiva como encaram a vida, logo vão fazendo (inconscientemente) as coisas de maneira a que a vida lhes corra bem. Claro que mesmo estas pessoas têm os seus momentos menos conseguidos, claro que até estes por vezes lá conseguem ser menos felizes momentâneamente, claro que nem sempre tudo é bom na vida destas pessoas, até porque sem dificuldades, qual seria a piada de andar aqui nesta vida?

A desilusão...

Por vezes, é uma desilusão quando deixamos que a razão tome conta das nossas acções. É tão saudável não ser comprometido com a razão, pode-nos fazer tanto bem e também tanto mal, é tão mais libertador (por vezes) ser uma pessoa menos razoável, é tão...
Mas por vezes a falta de razão também se pode tornar tão pouco saudável, também nos pode prender, também nos pode sufocar...
A minha opinião? Bom, com o passar do tempo cada vez dou menos ouvidos à razão e não me tenho arrependido, de maneira nenhuma.

terça-feira, 4 de março de 2008

Nem sempre os dias começam bem...

Pois é, há dias que começam mesmo mal (hoje foi um desses - dois furos logo de manhã, falta às aulas da ESEB, Estágio dos putos por fazer... enfim tudo atrasado).
Mas tudo o que começa mal tem de acabar bem, portanto, a única coisa que temos de fazer quando começamos mal o dia é pensar que vai acabar em beleza. E não é que normalmente acaba!!!!

segunda-feira, 3 de março de 2008

O estudo e a necessidade de aprender...

Nós na nossa vida fazemos um percurso de aprendizagem ao longo dos anos, a vida ensina-nos a viver a ensina-nos a saber agir e reagir a situações inesperadas. Esta mesma vida que por vezes nos prega partidas e nos coloca situações para as quais não nos ensinou nada. Mas desta vida o que levamos são os momentos bons. Mas será que esta constante aprendizagem nos diminui a constante vontade de aprender coisas novas, das que a vida não nos ensina? Eu acho que não, acho que as pessoas têm um comportamento cíclico e por vezes têm uma necessidade enorme de voltar a não saber nada, uma vontade absoluta de adquirir novos conhecimentos, de alargar horizontes, de não deixarem que a normalidade tome conta do seu conhecimento.

domingo, 2 de março de 2008

Agora sim...

... estou novamente de volta!!!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Difícil...

Realmente às vezes é mesmo difícil estar calado, não dar um sinal, não dar pelo menos um olá. Mas parece que às vezes é o que se impõe, parece que às vezes é o mais sensato (se é que nisto dos sentimentos existe a sensatez).

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Mais 10 dias passaram...

Pois é mais 10 dia passaram sem eu aqui escrever. Dez dias depois do 14 de Fevereiro (o tal dia a que eu não dou importância-que vazio diria uma amiga minha), o tal dia que eu prefiro comemorar todos os dias (porque espero ter uma namorada para a vida e não para algumas datas). Apenas 10 dias passaram mas já tanta coisa se passou, já tanto me assolou a cabeça, já tanto me assalto o espirito.
O tempo é uma ilusão, tanto passa à velocidade de um clic como passa tão lento que até parece que estamos a falar de dimensões diferentes. O tempo depende tanto do nosso estado de espirito que até assusta.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Hoje é dia 14, 12 dias depois...

Pois é, já aqui não escrevo há 12 dias (12 dias depois da última ultima vez que postei).
Não, este não vai acabar, este blog é para continuar, este blog é para nunca mais morrer. Às vezes parece que me esqueci que tenho este blog mas não, apenas é falta de tempo.
Tal como diz no título, hoje é dia 14, de Fevereiro claro, aquele dia que não se pode ir jantar fora com uma amiga que vão logo pensar que somos aquele casalinho apaixonadissimo, ainque que não olhemos um para o outro daquela maneira especial, mas como é dia 14 só podemos estar apaixonados. Mas nem sempre é assim, possivelmente muitas vezes estamos a tratar disso, posivelmente, ja estivemos ou se calhar não estamos, nunca estivemos e nunca haveremos de estar.
Pois realmente a mim este dia não diz muito, a mim este dia apenas me faz lembrar, mas não o comemoro em especial, nem nunca comemorei, para mim há outros muito mais especiais. Mas a quem dá importância desejo que o aproveitem ao máximo porque para essas pessoas só daqui um ano é que há mais.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

ÀS VEZES PARECE-ME QUE HÁ UMA GRANDE CONFUSÃO...

Egocentrismo - É a característica que define as personalidades que consideram que todo o mundo e todas as pessoas giram ao redor de si próprio.

Amor-próprio - sentimento de dignidade, estima ou respeito que cada qual tem por si mesmo

O mais genuíno acto de amor por si mesmo consiste na difícil tarefa de fazer brilhar a luz que há dentro de nós. Quando não nos amamos, queremos agradar mais aos outros do que a nós, mendigamos o amor alheio, já que nos julgamos insuficientes ou incapazes de nos querer bem. Amar-se não significa trabalhar por privilégios e vantagens pessoais, mas o modo como vivemos connosco. Resume-se basicamente, na forma como nos tratamos a nós próprios. A relação que estabelecemos com nosso mundo íntimo, sobretudo, o respeito que exercemos àquilo que sentimos. A auto-estima surge quando levamos em conta e consideramos os nossos sentimentos. O amor a si não se confunde com o egoísmo. Amar-se é ir ao encontro do SI MESMO como denominava Jung.

Vale a pena ler:

http://www.portalangels.com/amorproprio2.htm

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Li e adorei, identifiquei-me...

A vida está-nos, constantemente, a dar lições. Desde a coisa mais simples, à situação mais complicada. As relações que uma pessoa desenvolve ao longo da sua vida, umas simples, outras mais complexas, umas que duram e outras efémeras, são a base de sustentação do conhecimento. Não se trata apenas de comunicar, mas principalmente de conhece-nos através dos outros, de aprender com os outros… de crescer. Há situações em que não pensamos nisto, há situações em que nem olhamos para trás, em que simplesmente acontecem. Mas, para mim, tudo tem uma razão, tudo tem uma causa e um efeito (Não vou falar da teoria causa-efeito e dos seus paradigmas irresolúveis), tudo tem uma consequência na vida. A maior parte das vezes é simplesmente aprendermos, é dar-mos mais valor às coisas e, principalmente, às pessoas!

Hoje foi, para mim, um desses dias. Dou agora mais valor ao que tenho; Dou mais valor à vida que levo e às minhas [poucas] capacidades. Mas, sobretudo, dou mais valor às pessoas!

Ainda bem...que eu não me sinto nada assim...

É-me dificil definir como sou, se não sei o que sou.

É-me igualmente dificil pensar que nao consigo ser, que não sei se consigo simplesmente tentar. Sou cobarde, eu sei. Tenho medo de viver, também sei. Mas não tenho medo de saber que sou assim. Tenho orgulho daqueles queconseguem responder a estaseternas perguntas, que conseguem superar obstáculos com um espírito imbatível. Eu não! Ninguém é perfeito.

Fico desapontado comigo quando me apercebo que posso ser alguem cujas qualidades não igualam aos elogios, muitas das vezes ditos sem nenhuma razão concreta. Gostava de não ser assim. Gostava de puder ter este espírito que implicitamente é o oposto do que escrevi nas linhas acima. É inveja sim, eu sei que é inveja. Todos somos invejosos, e quem disser o contrário mente com todos os dentes que tem na boca.

O meu desejo é tornar-me uma pessoa melhor. Conseguir ser aquela pessoa que ultrapassa os obstáculos, quem tem sangue frio no momento certo, que consegue ser forte de pensamento e conseguir ver o particular como um geral, o fragmento como parte de uma unidade, cada dia como um momento de toda a vida. Gostava de conseguir ver a vida como uma unidade, como um todo. São estes os ensinamentos que muitos aprendem, que muitos adoptam como vida, como filosofia de vida.

Quanto a isso, reflecti e achei que todas essas coisas eram ilusão, mas uma ilusão necessária para puder enganar o tédio da vida e criar um sentido para ela.

Não gosto de mudanças. A sensação é a de dar um tiro no escuro; de ter quase a certeza à priori de que estava melhor dantes. Qualquer mudança para mim tem um lado negativo sempre maior que o positivo. Mas gostava de ser diferente; de ver as coisas positivas primeiro. Bem sei que muitas vezes tento ser assim: tentativas frustradas de quem quer desesperadamente tornar-se uma pessoa diferente.

Se há alguns meses pensava que estava correcto e que o outro é que era maluco, neste momento penso o contrário. Cada vez me sinto mais confuso, mais distante de mim, mais diferente do que gostava de ser….

Dizem que o mundo dá muitas voltas. Neste momento acredito.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Eu acredito nisto...

A rua

Bem sei que, muitas vezes,
O único remédio
É adiar tudo. É adiar a sede, a fome, a viagem,
A dívida, o divertimento,
O pedido de emprego, ou a própria alegria.
A esperança é também uma forma
De continuo adiamento.
Sei que é preciso prestigiar a esperança,
Numa sala de espera.
Mas sei também que espera significa luta e não, apenas,
Esperança sentada.
Não abdicação diante da vida.

A esperança
Nunca é a forma burguesa, sentada e tranqüila da espera.
Nunca é figura de mulher
Do quadro antigo.
Sentada, dando milho aos pombos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O sentir, o querer e o desejar...

Eu sinto, eu quero e desejo, mas o que fazer com isto?

domingo, 20 de janeiro de 2008

O que não se espera..

.. acontece e o que acontece não se espera, é assim tudo na vida é assim que as coisas se passam. Mas o que queremos e desejamos às vezes parece que não acontece. E Porquê? Porque será que as coisas às vezes são tão complicadas? Porque será que não podemos viver a vida e as situações sem ter que estar sempre a pensar se devemos ou não fazer isto ou aquilo? Porque é que a vida não nos deixa ser mais crianças irresponsáveis e exige de nós aquilo que nós por vezes não queremos dar, aquilo que não corresponde à nossa vontade, porque é que a vida não nos deixa ser simplesmente eternas crianças?

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Que enormidade...

Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti (diz o ditado) e eu fiz (que anormal que fui). Nesta vida por vezes temos momentos de menos lucidez e eu tive o meu, pisei o risco e ultrapassei-o para aí uns 300 Km, excedi-me, ultrapassei todos os limites do razoável e do sensato, fiz o que não devia e agora vou pagar (e justamente) pelo que fiz. Parece que a vida é sempre justa connosco e lá estou a ter o castigo que mereço. Nunca me pensei capaz de uma enormidade destas, de uma falta de... tudo, mas afinal onde é que ficaram os meus limites do razoável???
Bom, a ENORMIDADE está feita e agora é esperar que tudo seja possível reparar (a esperança é sempre a última a morrer), agora é marterizar-me pelo que fiz e esperar que a vida além de justa também seja misericordiosa comigo.

domingo, 6 de janeiro de 2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Saber perder...

Eu sei, não gosto mas sei e sei aceitar uma derrota, nem toda a gente é assim, nem toda a gente consegue aceitar que perdeu, há quem nunca consiga aceitar que também perde, mas como eu sei que não sou invencível também sei perder. às vezes até vale a pena perder porque a batalha foi boa e nos ensinou muito. Perder não tem de ser necessariamente desprestigiante, não tem de ser necessariamente humilhante, muitas vezes uma derrota é apenas mais uma lição de vida. Eu até ja tenho algumas lições e nunca me canso de aprender o que esta vida tem para nos ensinar.