segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Difícil...

Realmente às vezes é mesmo difícil estar calado, não dar um sinal, não dar pelo menos um olá. Mas parece que às vezes é o que se impõe, parece que às vezes é o mais sensato (se é que nisto dos sentimentos existe a sensatez).

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Mais 10 dias passaram...

Pois é mais 10 dia passaram sem eu aqui escrever. Dez dias depois do 14 de Fevereiro (o tal dia a que eu não dou importância-que vazio diria uma amiga minha), o tal dia que eu prefiro comemorar todos os dias (porque espero ter uma namorada para a vida e não para algumas datas). Apenas 10 dias passaram mas já tanta coisa se passou, já tanto me assolou a cabeça, já tanto me assalto o espirito.
O tempo é uma ilusão, tanto passa à velocidade de um clic como passa tão lento que até parece que estamos a falar de dimensões diferentes. O tempo depende tanto do nosso estado de espirito que até assusta.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Hoje é dia 14, 12 dias depois...

Pois é, já aqui não escrevo há 12 dias (12 dias depois da última ultima vez que postei).
Não, este não vai acabar, este blog é para continuar, este blog é para nunca mais morrer. Às vezes parece que me esqueci que tenho este blog mas não, apenas é falta de tempo.
Tal como diz no título, hoje é dia 14, de Fevereiro claro, aquele dia que não se pode ir jantar fora com uma amiga que vão logo pensar que somos aquele casalinho apaixonadissimo, ainque que não olhemos um para o outro daquela maneira especial, mas como é dia 14 só podemos estar apaixonados. Mas nem sempre é assim, possivelmente muitas vezes estamos a tratar disso, posivelmente, ja estivemos ou se calhar não estamos, nunca estivemos e nunca haveremos de estar.
Pois realmente a mim este dia não diz muito, a mim este dia apenas me faz lembrar, mas não o comemoro em especial, nem nunca comemorei, para mim há outros muito mais especiais. Mas a quem dá importância desejo que o aproveitem ao máximo porque para essas pessoas só daqui um ano é que há mais.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

ÀS VEZES PARECE-ME QUE HÁ UMA GRANDE CONFUSÃO...

Egocentrismo - É a característica que define as personalidades que consideram que todo o mundo e todas as pessoas giram ao redor de si próprio.

Amor-próprio - sentimento de dignidade, estima ou respeito que cada qual tem por si mesmo

O mais genuíno acto de amor por si mesmo consiste na difícil tarefa de fazer brilhar a luz que há dentro de nós. Quando não nos amamos, queremos agradar mais aos outros do que a nós, mendigamos o amor alheio, já que nos julgamos insuficientes ou incapazes de nos querer bem. Amar-se não significa trabalhar por privilégios e vantagens pessoais, mas o modo como vivemos connosco. Resume-se basicamente, na forma como nos tratamos a nós próprios. A relação que estabelecemos com nosso mundo íntimo, sobretudo, o respeito que exercemos àquilo que sentimos. A auto-estima surge quando levamos em conta e consideramos os nossos sentimentos. O amor a si não se confunde com o egoísmo. Amar-se é ir ao encontro do SI MESMO como denominava Jung.

Vale a pena ler:

http://www.portalangels.com/amorproprio2.htm

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Li e adorei, identifiquei-me...

A vida está-nos, constantemente, a dar lições. Desde a coisa mais simples, à situação mais complicada. As relações que uma pessoa desenvolve ao longo da sua vida, umas simples, outras mais complexas, umas que duram e outras efémeras, são a base de sustentação do conhecimento. Não se trata apenas de comunicar, mas principalmente de conhece-nos através dos outros, de aprender com os outros… de crescer. Há situações em que não pensamos nisto, há situações em que nem olhamos para trás, em que simplesmente acontecem. Mas, para mim, tudo tem uma razão, tudo tem uma causa e um efeito (Não vou falar da teoria causa-efeito e dos seus paradigmas irresolúveis), tudo tem uma consequência na vida. A maior parte das vezes é simplesmente aprendermos, é dar-mos mais valor às coisas e, principalmente, às pessoas!

Hoje foi, para mim, um desses dias. Dou agora mais valor ao que tenho; Dou mais valor à vida que levo e às minhas [poucas] capacidades. Mas, sobretudo, dou mais valor às pessoas!

Ainda bem...que eu não me sinto nada assim...

É-me dificil definir como sou, se não sei o que sou.

É-me igualmente dificil pensar que nao consigo ser, que não sei se consigo simplesmente tentar. Sou cobarde, eu sei. Tenho medo de viver, também sei. Mas não tenho medo de saber que sou assim. Tenho orgulho daqueles queconseguem responder a estaseternas perguntas, que conseguem superar obstáculos com um espírito imbatível. Eu não! Ninguém é perfeito.

Fico desapontado comigo quando me apercebo que posso ser alguem cujas qualidades não igualam aos elogios, muitas das vezes ditos sem nenhuma razão concreta. Gostava de não ser assim. Gostava de puder ter este espírito que implicitamente é o oposto do que escrevi nas linhas acima. É inveja sim, eu sei que é inveja. Todos somos invejosos, e quem disser o contrário mente com todos os dentes que tem na boca.

O meu desejo é tornar-me uma pessoa melhor. Conseguir ser aquela pessoa que ultrapassa os obstáculos, quem tem sangue frio no momento certo, que consegue ser forte de pensamento e conseguir ver o particular como um geral, o fragmento como parte de uma unidade, cada dia como um momento de toda a vida. Gostava de conseguir ver a vida como uma unidade, como um todo. São estes os ensinamentos que muitos aprendem, que muitos adoptam como vida, como filosofia de vida.

Quanto a isso, reflecti e achei que todas essas coisas eram ilusão, mas uma ilusão necessária para puder enganar o tédio da vida e criar um sentido para ela.

Não gosto de mudanças. A sensação é a de dar um tiro no escuro; de ter quase a certeza à priori de que estava melhor dantes. Qualquer mudança para mim tem um lado negativo sempre maior que o positivo. Mas gostava de ser diferente; de ver as coisas positivas primeiro. Bem sei que muitas vezes tento ser assim: tentativas frustradas de quem quer desesperadamente tornar-se uma pessoa diferente.

Se há alguns meses pensava que estava correcto e que o outro é que era maluco, neste momento penso o contrário. Cada vez me sinto mais confuso, mais distante de mim, mais diferente do que gostava de ser….

Dizem que o mundo dá muitas voltas. Neste momento acredito.